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Confira os principais acontecimentos que acontecem na Enerwatt

  • publicado em: 2017-09-11 16:44:52
  • Qualidade e Segurança postas à prova.
  • Nos dias 30 e 31 de agosto a Enerwatt Engenharia foi auditada pela auditora Líder da BVQI Maria Gusmão - por solicitação da ENEL em seu Programa de Qualificação de Fornecedores.

     

    A auditora líder da BVQI - Bureau
    Veritas Quality International
    Maria Luciana Gusmão esteve
    na sede administrativa da
    Enerwatt Engenharia nos dias
    30 e 31 de Agosto de 2017. Na
    ocasião realizou uma auditoria
    interna nos processos de SSTQSaúde
    Segurança do Trabalho e
    Qualidade da empresa.
    Buscando evidências dos
    processos de SSTQ da Enerwatt
    Engenharia em conformidade
    com a norma internacional BS
    OSHAS 18001:2007. Além, da
    verificação de documentação no
    escritório da empresa
    a mesma foi a campo, onde
    auditou os colaboradores Gláucio
    Hudson e Hugo Leonardo que
    estavam prestando serviço a um
    cliente da CELG\ENEL na Vila
    Pedroso.
    A Auditoria foi assistida pelo Diretor
    Técnico da Enerwatt Engenharia
    Gustavo Pimentel, pelo Gerente de
    Segurança Cyro Bretas, a Gerente
    de Serviços Alyne Borges e o
    Coordenador de RH Manoel
    Francisco Martins.
    Em campo participaram ainda o
    Téc. Segurança Luis Paulo e o
    Supervisor de Serviços Jailson
    Lopes.
    Parabéns a todos
    envolvidos na auditoria da
    ENEL. O trabalho em
    equipe e profissionalismo
    dos colaboradores da
    Enerwartt Engenharia
    demonstraram que a
    empresa está no caminho
    certo para Certificação BS
    OSHAS 18001:2007.

    PUBLICAÇÃO DO RECURSOS HUMANOS - ENERWATT ENGENHARIA E COMÉRCIO LTDA. EDIÇÃO 02 ANO 1 - 09/2017.

  • publicado em: 2017-09-12 11:50:04
  • Enerwatt Engenharia é destaque em evento da Enel.
  • Engenharia para apresentar as boas práticas da empresa em relação a Saúde e Segurança do
    Trabalho.

     

    No dia 04/08/2017 a Enel
    convidou a Enerwatt
    Engenharia para apresentar as
    boas práticas da empresa em
    relação a Saúde e Segurança do
    Trabalho. Esteve presente no
    evento o Presidente da Celg
    Abel Rochinha, o Diretor Carlos
    Arriagada da Enel e o
    responsável por Segurança
    Keison Thurler. Além de vários
    colaboradores e terceirizados
    da Enel.
    Na ocasião esteve
    representando a Enerwatt
    Engenharia o Diretor Renato
    Campos e o Gerente de
    Segurança Cyro Bretas.
    O Diretor Renato Campos
    apresentou a empresa e
    enfatizou que a Segurança é um
    assunto essencial para
    Enerwatt.
    Em seguida Cyro Bretas deu um
    depoimento sobre a Política
    de Gestão Integrada
    que vem sendo
    implementada pela
    Enerwatt Engenharia.
    No final da apresentação a Enel
    fez uma homenagem a Enerwatt
    Engenharia pelos ótimos números
    conquistados na área de Saúde e
    Segurança do Trabalho.
    Desde que a Enel assumiu o
    controle da Celg a Enerwatt
    Engenharia tem ZERO acidente
    de trabalho.
    Esse reconhecimento demonstra
    que os esforços contínuos que a
    Enerwatt faz para proporcionar
    aos nossos colaboradores todo
    suporte necessário para atuar de
    forma segura, digna e
    responsável.
    Protegendo aquilo que é mais
    valioso para nós. Nossa gente!
    "Desde que a Enel
    assumiu o controle da
    Celg a Enerwatt
    Engenharia tem ZERO
    acidente de trabalho"

     

    PUBLICAÇÃO DO RECURSOS HUMANOS - ENERWATT ENGENHARIA E COMÉRCIO LTDA. EDIÇÃO 01 ANO 1 - 08/2017.

  • publicado em: 2013-10-22 15:30:38
  • Produção de usinas eólicas cresce 73% em um ano no Brasil
  • Apesar do crescimento, o setor é responsável por apenas 2% da matriz energética do País

     

    A capacidade eólica brasileira instalada em seus 108 parques alcançou 2,5 gigawatts (GW) no ano de 2012, crescimento de 73% em relação a 2011, segundo o balanço anual divulgado nesta segunda-feira pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Com isso, esse tipo de energia respondeu, no ano passado, por 2% da matriz elétrica do País.

    Do total, o equivalente a 1,3 GW é resultado de incentivos do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa), primeira fase de implantação da energia no país; e 1,2 GW compõe o Leilão de Reserva (LER 2009), que corresponde a uma segunda fase. Segundo a Abeeólica, 622 megawatts (MW) que fazem parte da segunda fase estão fora de operação, sem linha de transmissão, em dois parques localizados no Rio Grande do Norte e dois na Bahia.

    Em média, 7,5 milhões de brasileiros receberam, por mês, a energia gerada pela fonte eólica em 2012. Essa média considera residências de famílias com três moradores. Até o final deste ano, a expectativa da Abeeólica é que a capacidade instalada em todo o país chegue a 6,05 GW, alcançando até 2017 os 8,8 GW.

    O Fator de Capacidade (FC) da fonte eólica em 2012, que é a proporção entre a geração efetiva das usinas e a sua capacidade total, foi 33% na média. Entre as usinas de primeira fase, a média foi 27%, enquanto na segunda fase, o percentual subiu para 54%.

    A presidenta executiva da Abeeólica, Elbia Melo, disse que fatores como o avanço tecnológico dos aerogeradores, o modelo de leilão competitivo e o melhor entendimento do Brasil sobre aproveitamento dos ventos foram as principais razões para o aumento do desempenho das usinas de segunda fase.

    Enquanto os primeiros parques eólicos utilizam aerogeradores de 600 quilowatt (kW) e têm 48 metros de altura, os mais novos usam equipamentos com potência de 3 MW e altura de 100 metros. Os aerogeradores transformam a energia eólica em energia elétrica.

    "Isso mostra o quanto nós estamos com um modelo de gestão eficiente de energia eólica e acaba desmistificando aquilo que se dizia no passado, de que a fonte eólica é instável, que não contribui para o sistema", declarou.

    A geração realizada pelos parques eólicos bateu recorde histórico em outubro, chegando a 771 MW em média. "Foi justamente esse período que o sistema estava precisando, porque nós estávamos esperando o período úmido para encher os reservatórios e isso não aconteceu, houve um atraso das chuvas. No momento em que estava seco, a eólica gerou e contribuiu para o sistema. Isso é muito interessante, isso demonstra a complementaridade entre as fontes hidrelétrica e eólica", disse Elbia.

     

    Disponível em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/sustentabilidade/negocios-sustentaveis/producao-de-usinas-eolicas-cresce-73-em-um-ano-no-brasil,7ec565993090e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html